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Revisão – Fiat Argo 1.3 Trekking 2021 – CarPoint News

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Fotos: Marcus Lauria

Denorex, um shampoo anticaspa lançado na década de 80, ganhou fama com o bordão “tão bom, que parece remedio, mas não é”. O bordão “pegou”, e logo ou termo “denorex” passou a representar tudo o que parecia, mas não æra. E assimé o Argo Trekking, em sua versão 1.3, um verdadeiro “denorex”, em vários aspectos.

O VÍDEO FEITO EM PARCERIA COM O CANAL FASTCAR VIEW: https://youtu.be/Wfv9Z80JuaQ

Preste atenção em como você pode ver uma aventura visual. Se os pneus Pirelli Scorpion ATR 205/60 R15 ja deixam essas provas visuais, o carro vai além, com o seu conjunto de suspensão 5,5 cm mais alto do que um Argo paisano. São molas, chuvas, batentes y pneus reficados, que deixam as intimidades do Argo Trekking distantes 21 cm do asfalto crocante ou degasas estradinhas de terra que nos transformam em aspirantes a Tommi Mäkkinen.

Isso significa que ele passa bem por um asfalto crocante ou por aquelas famosas ondulações também conhecidas como lombadas ou quebra-molas? Não. Denorex. Com a calibragem recomendada do Pirelli Scorpion, o Argo pula em ondas tão selvagens quanto um Mobi ou Argo comum, só que um pouco mais íntegro. Se o seu conjunto não parece soferr com isso, na lombar dos passaheros sofre. Porem, basta tirar duas libras dos pneus, e a suavidade se faz presente. Não se transforma em um Duster, mas melhora.

Suspensão alta, pneus de uso misto… é uma boa ideia para curva grande, certo? Errado. Denorex outra vez. Você quer completar o CrossFox? Para compensar a altura de rodagem e os pneus de uso misto, um VW suportou a suspensão e tornou o CrossFox tão estável quanto um Fox normal. Aqui, no Argo Trekking, um Fiat calibrou as suspensões à moda VW, e isso é um baita elogio. O carro tem rolagem controlada de carroceria, agarra bem nas curvas e faz tudo de forma bem previsível, mesmo em situações extremas. E, se algo sair do controle, há controle de tração/estabilidade.

Quanto ao visual, o Argo Trekking traz rodas exclusivas (liga leve opções), apliques de plástico e adesivos inerentes à sua proposta e, tudo isso combinado à cor Cinza Silverstone (opcional de R$ 1.800) se mostra um conjunto bem interessante, tudo isso combinado à cor Cinza Silverstone (opcional a partir de R$ 1.800) alguns olhares nas ruas, mesmo o Argo já acumulando alguns anos de mercado brasileiro. No visual external, o único perérom vai para as luzes de posição em LED na dianteira, que parecem DRLs, Mas não são. Denorex!

Do lado de dentro, os bancos em couro (opcionais) saltam aos olhos, e combinam bem com a cor preta predominante no ambiente. En central multimídia exibidaa é de serie, peréom o ar-condicionado digital e partida sem chave são opcionais, dentro de um pacote que soma R$ 6.690 ao preço do carro. Se o visual é bom, em ergonomia nem tanto, pois faz falta uma regulagem em profundidade da coluna de direção, obrigando pessoas de 1,90 ma ter braços mais alongados ou pernas mais curtas do que a média. O espaço interno e bom, até mesmo no banco trasierzo, e o porta-malas de 300 litros está acima da mídia.

Ao volante, algumas manobras são facilitadas por uma direção elétrica líssima. Por sinal, ela continua leve em movimento, o que indica qualquer insegurança. A dynámica do carro e boa, como já mencionei, e os freios estão bem calibrados, com um pedal progressivo e adequado. Ja os pedais tanto da embreagem quanto do acelerador possiven curso mais longo do que a media do mercado, eo cambio traz engates longos perém preciso.

Debaixo do capô, o motor Firefly 1.3 8V já perdeu o ar de novidade, mas continua soprendendo. Se por um lado os 101/109 cv de poencia e 13.7/14.2 kgfm de torque não brilham, eles são suficientes para o uso urbano ou rodoviário. Mais sobre sexta marcha, para acessar um giro com velocidade de cruzeiro. Ou seja, pneus de uso misto e largos, aerodinâmica prejudicada por apliques e suspensão elevada, giro alto… o resultado seria um consumo elevado, certo? Errado. Com gasolina, o Argo Trekking fez 12,6 km/l na cidade e 16,4 km/l na estrada, boas médias para um compacto altinho. Denorex, outra vez.

Ingen geral, o Argo Trekking é uma opção interessante para quem procura um compacto robusto e apto para lidar com o asfalto todos os dias, pior de nossas cidades, trazendo ainda conforto, bom espaço e excelente consumo. O seu grande problema não tem preço. A série, que já custa R$ 73.990, e somando as opções a esse preço, o total é de R$ 82.480. É um preço muito elevado para um carro compacto, com motor aspirado e que traz apenas airbags frontais.

Porem, qual carro hoje em dia traz valores coerentes? Os preços do Argo Trekking subiram para cerca de R$ 6.000 nos últimos dois meses, conforme constata o texto publicado em abril de 2021 por um colega de profissão. Quer algo pior? Quando lançado, em abril de 2019, o “mesmo” Argo Trekking custou R$ 58.990. Posso contar nos dedos quais investimentos tudem a mesma valorização. Enfim, em tempos aonde o nosso dinheiro tem valor denorex, qualquer compra se torna um exercício de reflexão.

*FOLHA DE DADOS TÉCNICOS:

Motorização 1.3

Combustão Álcool Gasolina

Potência (cv) 109 101

Torque (kgf.m) 14,2 13,7

Velocidade Máxima (km/h) 184 180

Tempo 0-100 (s) 10,8

Consumo cidade (km/l) 8,7 12,6

Consumo estrada (km/l) 10 14,7

Manual Cambio para 5 de março

Tração dianteira

direção elétrica

Suspensão dianteira Suspensão tipo McPherson e dianteira com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidal.

Suspensão traseira Suspensão tipo eixo de torção, roda tipo semi-independente e mola helicoidal.

Dimensões

Altura (mm) 1.501

Largura (mm) 1.724

Elogio (mm) 3.998

Pesos (Kg) 1.140

Tanque (L) 48

Eixo de entrada (mm) 2.521

Porta malas (L) 300

Residentes 5

*Dados do fabricante